
Após audiência de custódia realizada no último sábado (11), a Justiça manteve a prisão temporária de Douglas Fonseca Araújo, proprietário da empresa DF Group, e dos investigados Ícaro Teixeira de Sousa, Caio Fonseca de Araújo, Caio Guilherme Campelo, Viviane Alves da Silva, Victoria Gabriely Conceição Fonseca Araújo, Eduardo Lima de Sousa, Janda Maira de Sousa Silva, Milena Alves Torres e Jaquenilson Alvino de Sousa Abreu. Os homens foram transferidos para a Cadeia Pública de Altos, enquanto as mulheres foram encaminhadas à Penitenciária Feminina de Teresina.
Relembre o caso
Os investigados foram presos durante uma operação deflagrada na sexta-feira (10), quando a empresa DF Group, localizada na zona Leste de Teresina, foi alvo de mandados de busca e apreensão. Conforme a Superintendência de Operações Integradas (SOI), as investigações apontam que o grupo atuava de forma estruturada na prática de fraudes eletrônicas, utilizando mecanismos para obtenção de vantagens ilícitas e para ocultar e dissimular os valores obtidos com os crimes.
Os envolvidos são investigados pelos crimes de estelionato qualificado por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações prosseguem para identificar outras possíveis vítimas e apurar a participação de novos envolvidos no esquema.
Vítima
Entre as vítimas está um investidor que afirma ter perdido cerca de R$ 450 mil após aplicar recursos na empresa. Segundo o relato, ele decidiu investir após receber a indicação de um conhecido que já era cliente da DF Group e apresentava o negócio como uma oportunidade segura, com promessa de rentabilidade mensal de 10%. O caso integra o conjunto de denúncias analisadas pela Polícia Civil durante a investigação.